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quarta-feira, julho 17, 2019

Falar à respeito de Deus sem mencionar fé é impossível.

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Nossa fé será forçada com o único intuito de fortalece-lá.

Aliás, a fé é o que nos liga a Ele. Nossa fé é que torna sua presença real em nossas vidas. É pela fé que lidamos com o que não podemos ver.

No livro de Hebreus o autor descreve a fé: “Ora, a fé é a certeza de que vamos receber aquilo que esperamos e a prova de que existem coisas que não somos capazes de ver pelos olhos naturais.”

Fé é, portanto, o alicerce que sustenta nossa espiritualidade.

“O que os olhos não veem o coração não sente” certamente não foi dito por um cristão, porque é exatamente disso que a fé trata: sentir no coração o que nossos olhos não podem ver!

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Então, simplesmente aceitar que existam coisas que não podemos explicar ou sequer ver é parte da fé. Tudo aquilo que seja possível explicar, justificar e comprovar é tema da ciência e, portanto, apartado do campo da fé. Tentar entender fé através da nossa razão é desfazer imediatamente seu conceito que é crer em algo que nossos sentidos naturais não são capazes de detectar. Se pudermos explicar nossa fé através da razão e lógica humana ela simplesmente deixará de ser fé.

MAS ENTÃO QUAL O TAMANHO DA FÉ NECESSÁRIA PARA SE TORNAR UM CRISTÃO?

Na verdade, a pouca fé, mas no objeto certo deve ser capaz de produzir grandes resultados.

Jesus usou uma figura de linguagem para descrever essa dinâmica quando ele cita em Mateus 17:20 que a fé do tamanho de um grão de mostarda é suficiente para mover uma montanha de lugar ele não está sendo literal em nenhum dos sentidos. Da mesma maneira quando ele diz para perdoar 70×7 ele não está necessariamente ensinando uma equação exata sobre perdão. Ele simplesmente está buscando demonstrar que a fé, por mínima que seja, mas no objeto certo, no caso Ele, produz grandes coisas. Mais que isso, coisas impossíveis ao homem pela sua natureza, como a salvação.

Porém, não se trata de testar de Deus em busca de fortalecer nossa fé com pedidos de provas. Tempos difíceis exigem mais fé é claro e, portanto, as circunstâncias impactam nossa fé invariavelmente.

Gideão é um exemplo interessante, um modelo eu creio. Ele pede por provas, várias inclusive. Sua situação estava difícil. Era difícil ele crer para poder reagir. 

SEJAMOS HONESTOS CONOSCO MESMO. NÃO FARÍAMOS O MESMO?

Entretanto, em Hebreus no capítulo 11 nós encontramos a chamada galeria dos heróis da fé e homens como Noé, Abraão, Isaque, José e Moisés estão listados lá. E também Gideão.

Sim, o mesmo homem que precisou de provas para ter sua fé ativada esta citado no mesmo hall da fama dos homens que agradaram a Deus porque creram em primeira instância.

Deus conhece o meu e o seu coração.

Às vezes nossos olhos precisam enxergar o exército do Senhor alinhados para a batalha que era para ser nossa para que possamos crer e não nos desesperar. (2 Reis 6).

Gideão não foi rejeitado por Deus por precisar ver para crer que Deus era por ele naquela batalha e foi vitorioso no final tornando-se um libertador do seu povo das mãos dos midianitas e o povo de Israel teve paz por 40 anos.

Não precisamos ser perfeitos para sermos usados por Jesus, mas ao longo de nossa caminhada com Jesus vamos ser desafiados a mudar. 

Nossa fé será forçada com o único intuito de fortalece-la.

Faça parte dessa cultura.  

A Cultura do Reino.

Deus te abençoe!

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Sandro Sloboda
Sandro Slobodahttp://www.umcasamentoperfeito.com.br
Pastor, teólogo, médico e master coach. Fundador do ministério “Um Casamento Perfeito”. Contato: pastorsandrosloboda@gmail.com